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Talita Siqueira Cavaignac

    • Possui mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG (2016) e graduação em Serviço Social pela Universidade de Brasília, UnB (2009). Tem experiência na área de pensamento social marxista. Pesquisa no doutorado as inflexões da Ciência da Lógica de Hegel nos escritos econômicos de Marx. Foi professora substituta no Departamento de Filosofia da UnB em 2019.

       

      Links:    

    • CAVAIGNAC, T. ; AMORIM, T. . A crise política brasileira no 'fim da história': algumas considerações sobre os conflitos políticos no Brasil contemporâneo (Dossiê: O que vem depois do fascimo?) Estilhaço , v. 1 , p. 1 - , 2023. ISSN: 97885712.
    • DEWS, P. ; CAVAIGNAC, T. ; AMORIM, T. . Paris-Frankfurt: the idea of hope (An interview with Peter Dews) NEW LEFT REVIEW , v. 112 , p. 99 - 129 , 2018. ISSN: 00286060.
    • DEWS, Peter ; CAVAIGNAC, TALITA ; AMORIM, Thomas . Entre os dois lados do Reno: uma entrevista com Peter Dews CADERNOS DE FILOSOFIA ALEMÃ , v. 23 , p. 213 - 239 , 2018. ISSN: 14137860.
    • DEWS, P. ; CAVAIGNAC, T. ; AMORIM, T. . La idea de esperanza NEW LEFT REVIEW , v. 112 , p. 107 - 139 , 2018. ISSN: 00286060.
    • CAVAIGNAC, T. . O componente ético da ideologia em Lukács e o problema da alteridade: um cotejamento à perspectiva althusseriana. Marxismo e Teoria Crítica, v. , p. 108 - 122, 2017.
    • CAVAIGNAC, T. ; AMORIM, T. . A crise política brasileira no 'fim da história': algumas considerações sobre os conflitos políticos no Brasil contemporâneo (Dossiê: O que vem depois do fascimo?) . Estilhaço , São Paulo , 01 jan. 2023.
    • CAVAIGNAC, T. . Ideologia e alteridade em Lukács: um cotejamento à perspectiva althusseriana. In: I ENCONTRO DO GT ?MARX E A TRADIÇÃO DIALÉTICA? II ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISADORES MARXISTAS ?COMEMORAÇÃO AOS 150 ANOS DA 1ª EDIÇÃO DE O CAPITAL DE KARL MARX? , 2017 , Campo Grande. I ENCONTRO DO GT ?MARX E A TRADIÇÃO DIALÉTICA? II ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISADORES MARXISTAS ?COMEMORAÇÃO AOS 150 ANOS DA 1ª EDIÇÃO DE O CAPITAL DE KARL MARX?. : , 2017.
    • CAVAIGNAC, T. . A Seguridade Social na Venezuela. In: 60ª Reunião Anual da SBPC , 2008 , Campinas. 60ª Reunião Anual da SBPC. : , 2008.
    • CAVAIGNAC, T. . The Morality of the Sensitive in Adorno: Suffering and Recognition in the Mimesis Model. In: International Conference on Philosophy, Critical Theory and Rationality , 2019 , Prague. International Journal of Humanities and Social Sciences. : , 2019. p. 197 - 197.
    • CAVAIGNAC, T. . Lukács, a ideologia e o novo. In: XVII Encontro Nacional da Anpof , 2016 , Aracaju. Anais do XVII Encontro Nacional da Anpof. : , 2016.
    • CAVAIGNAC, T. . Adorno e a moralidade do sensível. In: XVIII Encontro Anpof , 2018 , Vitória. Anais do XVIII Encontro Nacional da Anpof. : , 2018.
    • CAVAIGNAC, T. . É possível uma tragédia moderna?. In: XVI Encontro de Filosofia da USP , 2013 , São Paulo. Anais do XVI Encontro de Graduação em Filosofia da USP. : , 2013.
    • CAVAIGNAC, T. ; DUARTE, C. ; CUNHA, D. ; MENEGATTI, J. ; ALVARENGA, R. ; MENEZES, R. ; OLIVEIRA, S. ; PAPAGEORGIOU, T. . Teoria crítica e experiência viva: entrevista com Detlev Claussen (por Jordi Maiso). São Paulo : Sinal de Menos , 2020 (Tradução)
    • CAVAIGNAC, T. . Parecer para Pólemos. 2018 (Parecer)
    • CAVAIGNAC, T. . Parecer ad hoc para Pólemos (#28909). 2018 (Parecer)
    • CAVAIGNAC, T. . A Seguridade Social na Venezuela. 2008 (Simposio)
    • CAVAIGNAC, T. . Adorno on suffering: recognition and reification. 2019 (Comunicacao)
    • CAVAIGNAC, T. . A moralidade do sensível em Adorno. 2018 (Comunicacao)
    • CAVAIGNAC, T. . Antinomias da liberdade em Adorno e Kant. 2017 (Outra)
    • CAVAIGNAC, T. . A dialética do reconhecimento em Hegel. 2012 (Congresso)
    • CAVAIGNAC, T. . Ideologia e alteridade em Lukács. 2017 (Comunicacao)
    • CAVAIGNAC, T. . Lukács, a ideologia e o novo. 2016 (Comunicacao)
    • CAVAIGNAC, T. . É possível uma tragédia moderna? Um debate entre G. Bornheim e R. Williams. 2016 (Simposio)
    • AMORIM, T. ; CAVAIGNAC, T. ; PEREIRA, H. . A dialética negativa de Theodor Adorno como genealogia afirmativa.. 2020 (Universidade de Brasília)
    • CORNELLI, Gabriele ; COSTA, Gilmário Guerreiro da ; CAVAIGNAC, T. . Platão, estilos e personagens. 2012 (Archai)
    • CAVAIGNAC, T. . A tragédia grega e a filosofia do trágico. 2011
    • CAVAIGNAC, T. . É possível uma tragédia moderna? Um debate entre G. Bornheim e R. Williams. 2011
    • CAVAIGNAC, T. . Reconhecimento e Política: uma investigação sobre a intersubjetividade na filosofia social de Hegel. 2012
    • Nome do projeto: Tragédia, finitude e os impasses da filosofia do trágico (2011 - 2012
      Natureza: Pesquisa
      Integrantes: CAVAIGNAC, T. , CORNELLI, G. , COSTA, G. G. .
      Descrição: O interesse filosófico pela questão do trágico é estético e existencial. Estético, porque desborda a questão dos gêneros literários e suscita ângulos importantes para o estudo das diversas expressões artísticas. Seu interesse existencial, por seu turno, explicita-se mediante o plano múltiplo de paradoxos e contradições em que imerge o homem, cuja ação e consciência deparam com a finitude que lhe é peculiar. Trata-se de indagar pelas conseqüências de um existir para o qual a reconciliação revela-se ilusória. A filosofia do trágico significou avanço consistente na compreensão dessas questões. Mas chegou a impasses consideráveis. Essa tematização ainda se mantém em grande medida encerrada nas estruturas epistemológicas cuja presunção de esgotabilidade questiona. Seu trato conceitual, embora incontornável, porque afim à atividade filosófica, ainda pretende conceder certa coerência lógica a um objeto que resiste precisamente a esse exercício.5Cônscios do problema, alguns filósofos responderam ao desafio da tragédia mediante o empenho para conduzir para o interior da própria escrita filosófica os contornos da provocação oferecida pelo trágico. Resta saber se semelhante exercício não conduziria à superação da filosofia ou, diferentemente, à morte (trágica?) da tragédia. Destarte, será esse percurso em três etapas (tragédia grega, filosofia do trágico e escrita trágica da filosofia) que pretendemos seguir, analisando e interpretando as suas conseqüências. O presente projeto insere-se na linha de pesquisa do Archai-UnB, "Recepção do pensamento antigo", cujo objetivo é o estudo da recepção do pensamento antigo nas idéias e instituições dos períodos sucessivos
    • Nome do projeto: O futuro da noção de Reconhecimento (2011 - 2012
      Natureza: Pesquisa
      Integrantes: CAVAIGNAC, T. , LIMA, E. C. .
      Descrição: No segundo semestre de 2009, a CAPES concedeu ao departamento de filosofia da UnB duas bolsas para pesquisadores em nível de pós-doutorado, com duração de até 5 (cinco) anos, para o desenvolvimento do projeto de pesquisa ?O futuro da noção de Anerkennung? (consultar http://www.capes.gov.br/images/stories/download/editais/Resultado_PNPD_Capes.pdf ). Além dos dois pesquisadores bolsistas, já em atividade no departamento, participam do desenvolvimento do projeto os professores (as) doutores (as) Alex Sandro Calheiros de Moura, Erick Calheiros de Lima, Eros Moreira de Carvalho, Priscila Rossinetti Rufinoni, Hilan Nissior Bensusan e Herivelto Pereira de Souza. Some-se a isso o projeto de pesquisa subsidiário, financiado pelo CNPq a partir de 2009, que procura desenvolver especificamente a retomada do teor epistemológico e ético-político das concepções pós-kantianas de intersubjetividade (consultar http://efomento.cnpq.br/efomento/divulgacao/divulgacaoResultados.do?metodo=propostas&codigoLinhaFomento=47&seqChamada=60&idComite=FI&codigoPeriodoSubmissao=886 ). Em sua articulação mais ampla, o projeto pretende investigar, ao longo dos próximos anos, tanto correntes da filosofia contemporâneas que procuram recolocar, em registro metafísico ou pós-metafísico, a pertinência das discussões hegelianas acerca da intersubjetividade, buscando restaurar a plausibilidade de seus nexos epistemológicos, ético-políticos, teórico-sociais ou estéticos; quanto as orientações que, nestes mesmos eixos, em maior ou menor grau, erigem-se como propostas eminentemente críticas em relação a qualquer inspiração hegeliana.
    • Nome do projeto: Núcleo de Estudos do Pensamento Alemão (2020 Atual)
      Natureza: Pesquisa
      Integrantes: CAVAIGNAC, T. , NOLASCO, F. .
      Descrição: O Núcleo pretende formar uma esfera abrangente de discussão para projetos de pesquisa (de graduandos, pós-graduandos, pesquisadores em estágio pós-doutoral e docentes, efetivos ou visitantes) que possam contribuir, direta ou indiretamente, ao estudo dos expoentes da filosofia clássica alemã, à investigação de suas motivações na história da filosofia e à avaliação de sua influência sobre as discussões filosóficas contemporâneas. Embora esteja a princípio restrito à Universidade de Brasília, o núcleo tem como um de seus objetivos a formação de vínculos interinstitucionais, com pesquisadores e outros grupos no Brasil e no exterior. O rastreamento da influência do pensamento alemão na discussão contemporânea poderá envolver as mais diversas orientações no debate filosófico pós-hegeliano, por exemplo: a teoria crítica, o estruturalismo, a pragmática, o pragmatismo, a hermenêutica, o existencialismo, a fenomenologia, a psicanálise e o pós-estruturalismo.
    • Nome do projeto: A Seguridade Social na América Latina (2008 - 2012
      Natureza: Pesquisa
      Integrantes: CAVAIGNAC, T. , BOSCHETTI, I. S. .
      Descrição: Descrição: A partir do início do século XX todos os países da América Latina e Caribe instituíram algum tipo de política social correspondente ao que no Brasil conhecemos como seguridade social. Embora com características específicas determinadas pela condição de seu desenvolvimento econômico e social, todos se estruturaram com base em princípios fordistas-keynesianos que atribuíram ao Estado uma função chave na regulação das relações econômicas e sociais no capitalismo. A adoção de políticas governamentais fundadas no neoliberalismo, a partir da década de 1980, atingiu o coração desse modelo e provocou uma ruptura com o contrato social-democrata que permitiu o desenvolvimento e expansão da seguridade social a partir da garantia de direitos derivados de contratos estáveis de trabalho. As contra-reformas orientadas por essa tendência vêm provocando o desmantelamento da seguridade social, com implicações como redução de direitos, aumento do desemprego e conseqüente agudização da pobreza. As contra reformas ?estruturais? fortaleceram o seguro individual em detrimento da seguridade social universal e introduziram o sistema de capitalização individual, em substituição ou complementação compulsória ao sistema público de repartição até então predominante e foram implementadas em países como Chile (1981), Peru (1993), Colômbia (1994), Argentina (1994), Uruguai (1996), Bolívia (1997), México (1997), El Salvador (1998), Nicarágua (2001) e Costa Rica (2001). No Brasil, as contra-reformas da previdência social (1998 e 2003) são consideradas como ?não estruturais? porque não substituíram o sistema público de seguridade social por um sistema privado, mas modificaram a abrangência e estrutura dos benefícios previdenciários na perspectiva de sua redução e restrição de acesso. Em todos os países, as tendências são de substituição de políticas universais de seguridade social por programas de transferência de renda assistenciais e compensatórios que não reduzem a desigualdade social.
    • Nome do projeto: Economia e Sociedade (2024 - 2024
      Natureza: Pesquisa
      Integrantes: CAVAIGNAC, T. , JAEGGI, R. .
      Descrição: O tema "Economia e Sociedade" soa abrangente demais. No entanto, pretendemos perseguir um interesse de pesquisa bastante específico. Em um complemento ao seu texto programático "Teoria Tradicional e Crítica", Max Horkheimer escreve: "O economicismo, ao qual a teoria crítica é reduzida em alguns lugares, (...) não consiste em atribuir demasiada importância ao econômico, mas em entendê-lo de forma restrita." Mas será que a Teoria Crítica cumpriu esse programa de adotar uma concepção ampla de economia?Uma característica específica da Escola de Frankfurt era analisar e criticar a penetração de uma racionalidade econômica, típica do capitalismo, em todas as esferas da vida, com termos como "reificação" (Lukács) ou "colonização do mundo da vida" (Habermas). O econômico entendido como um modo específico de lidar com coisas e pessoas foi responsabilizado pelas patologias características das sociedades capitalistas. Essa análise crítica da difusão (ou mesmo invasão) da forma mercadoria em esferas anteriormente ou constitutivamente "não econômicas" é, por um lado, intuitivamente plausível, e tais posições argumentativas não estão limitadas à Teoria Crítica no sentido estrito. Por outro lado, essa "ampliação" da perspectiva, que critica a expansão social do econômico, corre o risco de perder de vista a esfera propriamente econômica.Essa concepção do econômico é ampla apenas no sentido de destacar a influência abrangente do econômico. No entanto, por trás de tal abordagem, há novamente uma compreensão restrita da economia que, de certa forma, desvia-se da demanda inicial de Horkheimer. Além disso, ela não faz justiça ao fato de que as sociedades sempre foram (também) economicamente constituídas e, inversamente, de que a economia em si é uma prática social e cultural, fundamentada nessas dimensões. Essa, pelo menos, é a hipótese que o seminário pretende investigar.Como, então, desenvolver, no nível conceitual básico, uma compreensão de economia e sociedade na qual a interconexão mútua de práticas econômicas, sociais, culturais e políticas resulte em uma visão ampla de economia? O que pode significar entender a economia como "parte da ordem social" (Beckert 2012: 260) e não como um "outro" oposto a essa ordem? Como, portanto, criar um quadro conceitual que permita pensar a economia de forma ampla e abrangente? E como, com base nesse entendimento, formular uma crítica da economia (política) das nossas sociedades?Essas e outras questões semelhantes queremos explorar no seminário concebido como uma aprendizagem investigativa , recorrendo a clássicos da sociologia econômica e da filosofia, como Aristóteles, Smith, Hegel e Marx, passando por Weber, Simmel e Polanyi, até autores contemporâneos como Habermas e Elisabeth Anderson.
    • Nome do projeto: Grupo de Estudos sobre Modelos Críticos (2023 Atual)
      Natureza: Pesquisa
      Integrantes: CAVAIGNAC, T. , SAFATLE, V. .